O debate público brasileiro tem sido marcado por sucessivos questionamentos às instituições especialmente ao Supremo Tribunal Federal. Divergências quanto a decisões judiciais são naturais em qualquer democracia. O problema surge quando a crítica deixa de ser pontual e passa a assumir contornos de deslegitimação estrutural, colocando em xeque a própria autoridade institucional.
Democracias constitucionais não se sustentam apenas pela vontade da maioria, mas pelo equilíbrio entre Poderes, pela previsibilidade das regras e pela confiança nas instituições. Quando esse tripé se fragiliza, o impacto não é imediato nem ruidoso é progressivo e cumulativo.
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